Resenha | Angélique

 Mathias Taillefer sofreu um ataque cardíaco e quando acorda está num quarto de hospital. Uma jovem toca Schubert com seu violoncelo ao lado de seu leito. Ao saber sobre a profissão de Mathias, policial, a jovem Louise lhe pede um grande favor: investigar a morte de sua mãe, uma ex-estrela do balé francês.  

Ele reluta, mas a obstinação da jovem o vence. Eles entram juntos no caso e juntos vão descobrir as reviravoltas que a vida pode oferecer. Será que remexer no que já passou é o mais certo a ser feito? E será que o que parecia um acidente é um crime?

O livro é instigante. Desde as primeiras páginas me senti envolvida pela trama. Os capítulos são agéis, intercalados com personagens e momentos diferentes da linha temporal que compõe a história. Meu primeiro contato com Musso e fiquei, com certeza, com vontade de conhecer outras histórias dele. 

Não imaginei os caminhos que o suspense tomaria. Não imaginava também que tantas reviravoltas seriam apresentadas numa narrativa com menos de 300 páginas. Musso é daqueles que entrega tramas que são reviravolta atrás de reviravolta, viu?

O único lado negativo foi eu ter sentido falta de um pouco mais de profundidade aos personagens. Algumas situações me soaram muito superficiais, mas mesmo assim, a leitura me agradou e me proporcionou uma bela companhia. Fiquei envolvida e me surpreendi com os rumos. Se você gosta de suspenses cheios de reviravoltas "Angélique" é uma das boas pedidas. 

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