Sinopse da editora: Em Diário de uma mudança, a escritora e tradutora argentina Inés Garland faz de sua prosa ágil, inteligente e sutil uma ferramenta poderosa de autoanálise em reflexões sobre sua relação com o luto, a solidão, o feminismo e as inevitáveis transformações do climatério — no qual, muitas vezes, a mulher passa a não reconhecer o próprio corpo. A autora propõe, com sensibilidade, humor e um pouco de ficção, uma leitura da menopausa longe dos clichês.
Em relatos breves e espontâneos, que tratam de preconceitos, pudores, silêncios e cegueiras históricas, Garland busca o sentido necessário para atravessar esse desafio, desconstruindo sua antiga identidade e propondo a si mesma, e a todas as mulheres, uma vida nova, inesperada e possivelmente feliz.
INDICO PARA...
✨ MULHERES: este é um livro que narra experiências femininas, o ser mulher nesse mundo e as mudanças infinitas de fases em nossas vidas, em nossos corpos. Apesar de estar sendo narrado no momento em que a narradora se vê passando pela menopausa, ainda assim, ela traz reflexões sobre outras fases da vida. Acredito que possa ser também uma leitura interessante para homens – lembrando que há homens que menstruam –, mas o público feminino irá ter uma identificação única, com certeza.
✨ REFLETIR SOBRE UM ASSUNTO NÃO TÃO ABORDADO: mulheres e o feminino são assuntos comuns, mas dificilmente vemos o assunto menopausa ser abordado e aqui ele é abordado não de uma maneira científica, mas da vivência dessa fase. As sensações, os sentimentos, as incertezas.
✨ QUEM GOSTA DE CONVERSA: ao ler essas memórias ficcionais parece que estamos escutando alguém nos contar suas memórias, sabe? Me senti numa conversa, numa escuta.
🌷 Este é um livro curto então não vou me alongar sobre ele, mas a minha experiência foi muito boa com essa leitura. Comecei pensando apenas em dar uma olhada na primeira página e quando vi, devorei o livro em apenas um dia. Me identifiquei e me senti curiosa para o que a narradora tinha a me contar.
