Esse livro foi meu segundo contato com a escrita de Jane Austen. Alguns anos atrás eu já havia lido Orgulho e preconceito dela, mas não foi a melhor das experiências. Porém sempre foi meu desejo experimentar mais alguma obra e Emma estava parado na minha estante, então foi o eleito.
A obra foi publicada pela primeira vez em 1815 e traz como protagonista Emma Woodhouse, uma jovem que vive em um pequeno vilarejo e cuida de seu pai. Diferentemente das demais jovens de sua idade, Emma não tem como desejo se casar, mas adora dar uma de casamenteira. Antes de ler Emma, vi muita gente comentar que não gosta dessa personagem. Eu não amei, mas entendo que ela é mimada e patricinha porque isso fazia muito parte da sociedade da época.
A vaidade trabalhando em uma mente fraca produz muitos tipos de danos.
Emma se mete em confusões pelo seu "dom" casamenteiro e é bastante ingênua quando o assunto é sobre seus próprios sentimentos e pelos sentimentos de outras pessoas por ela, o que achei bem interessante de acompanhar.
O livro não tem muitos acontecimentos e isso, depois de algum tempo acabou deixando a leitura um tanto arrastada pra mim. A sociedade da época, que não faz praticamente nada além de falar sobre a vida e julgar os outros por coisas bobas, também fez com que a leitura ficasse um pouco chata em certos momentos, ainda mais por ser um livro extenso.
Mas mesmo com essas ressalvas e não tendo sido uma leitura tão boa assim, pra mim. É um livro que me fez refletir em quanto, mesmo não sendo como na época, a gente ainda hoje, julga as pessoas, como às vezes não damos valor ao que realmente importa.
Autora: Jane Austen
Editora: Martin Claret
Ano da edição: 2012
Páginas: 600
Já não bastasse a nova edição maravilhosa de 'Orgulho e preconceito' da editora Martin Claret, agora teremos mais um livro lindo para babar e gastar (rindo de nervoso).
Essa nova edição é também inspirada em bullet journals, capa dura, bordas arredondadas e a pintura também será trilateral. Confira a capa:
Sinopse: Este foi o primeiro romance de Jane Austen. Publicado em 1811, logo recebeu reconhecimento do público. Razão e Sensibilidade é um livro em que as irmãs Elinor e Marianne representam uma dualidade, de maneira alternada, ao longo da narrativa. As expectativas vividas pelas duas com a perda, o amor e a esperança, nos aponta para um excelente panorama da vida das mulheres de sua época. As irmãs vivem em uma sociedade rígida, e ambas tentam sobreviver a esse mundo cheio de regras e injustiças. Tanto a sensível e sensata Elinor como a romântica e impetuosa Marianne se veem fadadas a aceitar um destino infeliz por não possuírem fortuna nem influências, obrigadas a viver em um mundo dominado por dinheiro e interesse. As duas personagens passam por um processo intenso de aprendizagem, mesclando a razão com os sentimentos em busca por um final feliz.
Já sabemos que o clássico de Jane Austen ganhou milhares de edições, não só pelo Brasil, mas em todo mundo certo? Mas um clássico como esse é sempre muito procurado nas livrarias. E vem aí, mais uma edição lindíssima, que será lançada em breve pela editora Martin Claret. A arte da capa é inspirada no bullet journal (algo parecido com um diário de anotações), capa dura, bordas arredondadas e a pintura, meus amigos, será trilateral.

Considerada a primeira romancista moderna da literatura inglesa, Jane Austen começou seu segundo romance, 'Orgulho e Preconceito', antes dos 21 anos de idade. Assim como em outras obras de Austen, o livro é escrito de forma satírica. 'Orgulho e Preconceito', pode ser considerado como especial porque transcende o preconceito causado pelas falsas primeiras impressões e adentra no psicológico, mostrando como o auto-conhecimento pode interferir nos julgamentos errôneos feitos a outras pessoasA autora revela certas e posturas de seus personagens em situações cotidianas que, muitas vezes, causam momentos cômicos aos leitores, dando um caráter mais leve e satírico ao livro. As emoções e sentimentos devem ser decifrados por quem decidir mergulhar na obra de Jane Austen, uma vez que encobertos nas entrelinhas do texto. A escritora inglesa apresenta seu poder de expressar a discriminação de maneira sutil e perspicaz em 'Orgulho e Preconceito'; ela é capaz de transmitir mensagens complexas valendo-se de seu estilo a um tempo simples e espirituoso. O principal assunto do livro é contemplado logo na frase inicial, quando a autora menciona que um homem solteiro e possuidor de grande fortuna deve ser o desejo de uma esposa. Com esta citação, Jane Austen faz três referências importantes: a autora declara que o foco da trama será os relacionamentos e os casamentos, dá um tom de humor á obra ao falar de maneira inteligente acerca de um tema comum, e prepara o leitor para uma caçada de um marido em busca da esposa ideal e de uma mulher perseguindo pretendentes.O romance retrata a relação entre Elizabeth Bennet (Lizzy) e Fitzwilliam Darcy na Inglaterra rural do século XVIII. Lizzy possui outras quatro irmãs, nenhuma delas casadas, o que a Sra. Bennet, mãe de Lizzy, considera um absurdo. Quando o Sr. Bingley, jovem bem sucedido, aluga uma mansão próxima da casa dos Bennet, a Sra. Bennet vê nele um possível marido para uma de suas filhas. Enquanto o Sr. Bingley é visto com bons olhos por todos, o Sr. Darcy, por seu jeito frio, é mal falado. Lizzy, em particular, desgosta imensamente dele, por ele ter ferido seu orgulho na primeira vez em que se encontram. A recíproca não é verdadeira. Mesmo com uma má primeira impressão, Darcy realmente se encanta por Lizzy, sem que ela saiba do fato. A partir daí o livro mostra a evolução do relacionamento entre eles e os que os rodeiam, mostrando também, desse modo, a sociedade do final do século XVIII.Considerado a obra prima de Jane Austen, 'Orgulho e Preconceito' ganhou diversas versões para o cinema e televisão, a mais recente em 2005, com interpretações de Keira Knightley e Matthew Macfadyen nos papéis principais.
E aí, o que vocês acharam dessa nova edição? Eu achei lindíssima 💓