05 março 2018

[Resenha] O velho e o mar

Santiago é um velho pobre e solitário que vive para e pela pesca. Sua única companhia além das águas salgadas dos oceanos, é Manolin, um jovem pescador que por vezes é seu companheiro no barco. Manolin, arranja comida e àquilo a que o velho tem necessidade. Mas há mais de 80 dias, Santiago não pesca nada e por isso os pais de Manolin não o querem mais pescando com o azarado, o que acarreta em  Santiago sai a pescar sozinho. 

Ficha técnica
Autor: Ernest Hemingway
Editora: Livros do Brasil
Ano: 1956
Páginas: 150
Nessa sua empreitada Santiago vai solitário até que, surpresa: um peixe fisgado! Será que a sorte desse velho pescador, enfim, mudou? Mas esse peixe é tão forte e Santiago um homem velho e sozinho, quem vai vencer essa luta? Santiago agarra sua linha e não solta, mas o peixe também não se dá por vencido. 

O livro gira em torno dessa situação. Acompanhamos a luta entre homem e peixe, cada um pela sua sobrevivência. Lemos os pensamentos de Santiago e seus muitos devaneios. Até mesmo "conversas" entre homem e peixe acontecem. 

- Mas o homem não foi feito para a derrota - disse em voz alta. - Um homem pode ser destruído, mas nunca derrotado.
Em algumas partes a leitura, a mim, acabou sendo mais arrastada. Embora tenha havido esse pequeno problema no andamento de minha leitura, a mensagem que essa obra deixa supera qualquer adversidade. Um livro curto, mas que te toca de alguma forma. 

A relação do garoto Manolin para com o idoso é uma coisa linda de se ver. A força e a fé do velho te enchem de admiração. Persistência e valentia são vistas aqui e te fazem querer ter o tudo do "nada" que esse velho possui. 

Não é atoa que esse exemplar ganhou um Nobel. Primeiro livro que leio do tão aclamado Hemingway, mas certo que é apenas o começo. Uma alegria ter conhecido esse clássico dos mares.


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