28 janeiro 2018

Indicando clássicos - O diário de Anne Frank


12 de junho de 1942 – 1º de agosto de 1944. Ao longo deste período, a jovem Anne Frank escreveu em seu diário toda a tensão que a família Frank sofreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ao fim de longos dias de silêncio e medo aterrorizante, eles foram descobertos pelos nazistas e deportados para campos de concentração. Anne inicialmente foi para Auschwitz, e mais tarde para Bergen-Belsen. A força da narrativa de Anne, com impressionantes relatos das atrocidades e horrores cometidos contra os judeus, faz deste livro um precioso documento. Seu diário já foi traduzido para 67 línguas, e é um dos livros mais lidos do mundo. Ele destaca sentimentos, aflições e pequenas alegrias de uma vida incomum, problemas da transformação da menina em mulher, o despertar do amor, a fé inabalável na religião e, principalmente, revela a rara nobreza de um espírito amadurecido no sofrimento. Um retrato da menina por trás do mito.


Por ter sido escrito por uma menina e por mostrar como foi permanecer "presa", crescer ali e os horrores que eles precisavam passar para sobreviver durante os 2 anos que permaneceram escondidos dos alemães, o livro se tornou um clássico. Fique sabendo de algumas curiosidades sobre esse livro de fatos reais:



➨ Quando as páginas de seu "diário" acabaram, ela preencheu mais dois cadernos e cerca de 360 folhas de papel soltas. 

➨ As narrativas do diário de Anne terminam quatro dias antes do esconderijo ser descoberto. Uma denúncia anônima que levou os alemães até a família Frank e não se soube de quem seria a ligação. 

➨ As duas famílias escondidas não tinham um chuveiro e os banhos eram de canecas e a família de Anne só podia se lavar aos domingos de manhã. 

➨ Anne e a irmã morreram de tifo no campo de concentração e o único sobrevivente do anexo foi o pai delas, Otto Frank. 

➨ Além de escrever em seu diário, Anne escrevia contos e colecionava frases de outros escritores. 

➨ Em 1983, uma escola do estado norte-americano do Alabama tentou proibir o diário com a justificativa de que era “muito depressivo”.

➨ A primeira publicação do diário, ocorreu em 1947.



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