25 setembro 2017

Resenha - Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban

Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban, J.K.Rowling
Editora Rocco, 2000






#Sinopse: Durante 12 anos o forte de Azkaban guardou o prisioneiro Sirius Black, acusado de matar 13 pessoas e ser o principal ajudante de Voldemort, o Senhor das Trevas. Agora ele conseguiu escapar, deixando apenas uma pista: seu destino é a escola de Hogwarts, em busca de Harry Potter. Neste livro o leitor estará mais uma vez mergulhando no mundo mágico de Hogwarts e participando de aventuras repletas de imaginação, humor e emoção, que repetem o encantamento proporcionado pelos livros anteriores dessa maravilhosa série de J. K. Rowling.



"Você acha que os mortos que amamos
realmente nos deixam? Você acha que 
não lembramos deles ainda mais 
claramente em momentos de grandes
dificuldades?"



#Opinião: No terceiro livro da saga Harry Potter, encontramos personagens mais maduros, ao meu ver. O livro é de descobertas que até então, não sabíamos. 

 Harry está de férias na casa dos Durleys, que como sempre o tratam feito um lixo. Com a visita da irmã do seu tio, tudo que querem dele é que se comporte bem e se isso acontecer, ele ganha a autorização que precisa em Hogwarts para neste ano visitar o povoado de Hogsmead. Tudo corria bem, até a tia Guida começar a falar mal dos pais de Harry e o menino com raiva, a transformar num balão. 


 A magia é proibida para menores quando estão longe do castelo da escola e assim, o menino faz as malas e parte da casa dos tios, com medo de que receba o ministério da magia e o expulsem da escola. Entre umas ruas escuras, o garoto acredita enxergar um lobo, com medo, pega a sua varinha e quando acende a luz, um ônibus aparece. O Noitêbus, é o ônibus dos bruxos que estão perdidos e crendo que quando Harry esticou a varinha o estava chamando, parou. 

 Dentro do ônibus maluco, Harry lê o jornal, descobrindo que um grande prisioneiro da prisão de Azkaban, está foragido. Quando desembarca, dá de cara com Cornélio Fudge, ministro da magia e acha que é agora que vai ser expulso, mas pelo contrário, o ministro está aliviado por lhe encontrar e releva a sua magia fora de Hogwarts. Durante o resto de suas férias, ficará num quarto de hotel e fica feliz por isso, se ver livre dos tios e do primo. 

  Ao ouvir uma conversa dos pais de Rony, Harry descobre que todo essa aura protetora em torno dele é porque Sirius Black, o foragido, está atrás dele. Hogwarts está sendo protegida por dementadores, que são como fantasmas negros que sugam a felicidade das pessoas. Todos estão em alerta. Há várias tentativas de Black de entrar na escola, até que em uma delas o trio de amigos, Harry, Rony e Hermione são levados por um cão sinistro. 

 Quando se deparam com Sirius Black, grande coisas são reveladas. Será que o fugitivo é tão vilão quanto pensam? Existem mais vilões que não se tinha noção? Tudo isso é descoberto e muita aventura surge desses momentos. 
Ilustração de Mary GrandPré

 Descobri com a releitura desse livro muitas coisas que já não estavam frescas na minha cabeça e meu amor pelo personagem Dumbledore cresceu mais ainda. Os personagens de J.K. Rowling são um primor e a gente acaba "vivendo" junto com eles. É como estar entre amigos, sabe? Minhas resenhas sobre os livros de Harry Potter tem muito amor, eu sei, mas é porque não consigo esconder meus sentimentos por esse mundo. Sigo lhes lembrando que nunca será tarde para ler Harry Potter. 


Por Roberta Muniz

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